6 comentários em “RECORD E O ABORTO: Eu decidi matar bebes!

  1. Naomy,
    Gostei de seu post é bem polemico, concordo plenamente com você, mas acho que nós deveríamos imaginar o que se passa na vida que quem foi estuprada.
    Vamos lá, eu começo: Imaginemos que uma menina de 16 anos foi estuprada num dia qualquer, ontem por exemplo. Hoje ela acorda(se é que conseguiu dormir) e está traumatizada, acredito que ela vai ter que ir para um profissional(psicólogo) para tentar tirar esse trauma. Também ela fez o teste e está grávida e os pais decidiram que ela vai deixa a criança nascer.
    Bem depois de algumas semanas ela já está com tonturas e enjôos freqüentes e é impossível ela prestar atenção na aula( que é uma escola publica e cursa o 1º Ano do Ensino Médio) então ela fica em casa.
    Alguns meses mais tarde ela está com aquele barrigão, os pais conversaram com o diretor da escola e concordaram dela repetir este ano. Ela já esta fazendo o pré-natal(não sei se é gratuito), já sabem que é uma menina e a avó já comprou umas roupinhas.
    9 meses depois ela está pronta para dar a luz( mas os médicos dizem que tem grandes chances dela morrer no parto). Mas tudo ocorreu bem. FIM

    Bem essa história é hipotética e não sei se aconteceu alguma vez na vida real.

    A ‘’recém mãe’’ da história não teve culpa e usou 9 meses de sua vida para ter um bebe de um criminoso, bem o criminoso foi solto da prisão por bom comportamento e está a ativa com novos crimes.

    Agora Naomy, acha justo?

    Reflita

    Abraços

    • Primeiramente, muito obrigada por comentar no meu blog!

      Então, no caso de engravidar no caso de estupro, é complicado sim… Ainda mais se isso acontecer com uma jovem que ainda esteja em fase escolar…

      Concordo que essa situação gera muita discussão mas, o problema está em, “Como provar realmente que uma jovem foi mesmo estuprada?”. E pelo que eu entendi dessa campanha da Record, uma mulher tem “o direito de fazer o que quiser com o corpo dela”… Independente de ter engravidado por estupro ou não.

      Com a permissão de abortos no Brasil, isso pode acabar virando uma “festa”… E mesmo que continuem com as campanhas da camisinhas, se os parceiros “garantirem” que não tem doença alguma (se é que tem a absoluta certeza disso…) vão dizer “ah se engravidar depois é só tirar!”… Iremos banalizar a concepção da vida!

      Atualmente, ainda que às “escuras”, existem alguns médicos que permitem o aborto… Se eles entenderem que é uma gravidez de risco ou no caso de estupro comprovado, eles permitem sim.

      Espero que tenha entendido o motivo principal da minha preocupação!

  2. Acho interessante blogs como este, que falam sobre a sociedade da forma mais ecumênica, mas racional e com fatos. Infelizmente ao se falar de aborto, acredito mesmo que tenha muitas pessoas que vão se aproveitar da situação.
    Acredito que no caso da legalização de um possivel aborto de estupro, fica a critério do laudo médico e da parte da justiça de aprovar, nisso acredito estar mais correto de ser feito. Agora “fulanas” ricas ou pobres que podem engravidar,fazem abortos sem siquer saber de suas consequencias hormonais ou fisicas de até mesmo possivelmente não poderem mais ter filhos futuramente, como em muitos casos, e suas justificativas são por que os pais vão descobrir, por que x, y de situações, além de serem covardes e pessoas totalmente vulneráveis o sistema do qual está sendo comentado no blog.

  3. NOVELAS BENÇÃO OU MALDIÇÃO?

    WAGNER ANCHIETA

    24/09/2010

    Deuteronômio 7:26 – Não meterás, pois, coisa ABOMINÁVEL em tua casa, para que não sejas AMALDIÇOADO, semelhante a ela; de todo, a detestarás e, de todo, a ABOMINARAS, pois é AMALDIÇOADA.

    Apocalipse 21:8 – Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos ABOMINÁVEIS, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

    Definições do dicionário Aurélio de Língua Portuguesa:
    Abominável
    Adjetivo.
    Que merece abominação; execrável, odioso.

    Amaldiçoado.

    adjetivo..
    1. Maldito.
    2. Que exerce influência nefasta.
    3. Mau, perverso.

    Certa vez um amigo me disse: “As novelas fazem uma pregação sistemática de anti-valores”. Embora isso já faça bastante tempo, eu nunca esqueci esta frase. Meu amigo me disse uma grande verdade.

    Enquanto a evangelização, há décadas atrás, pois hoje isso se perdeu, tentava incutir nas pessoas uma vida de acordo com os valores do Evangelho e dos padrões morais de Deus a maioria das novelas estraga o povo, incutindo nas pessoas anti-valores cristãos.

    As novelas, em sua maioria, exploram as paixões humanas, muito bem espelhadas nos chamados pecados capitais: soberba, ganância, luxúria, gula, ira, inveja e preguiça; (ver gálatas 5:19 ao 21 obras da carne) e faz delas objeto dos seus enredos, estimulando o erro e o pecado, mas de maneira requintada.

    Na maioria delas vemos a exacerbação do sexo; explora-se descaradamente este ponto, desvirtuando o seu sentido e o seu uso. Em muitas cenas podem ser vistos casais não casados vivendo a vida sexual, muitas vezes de maneira explícita, acintosa e provocante; e isto em horário em que as crianças e os jovens estão na sala. Aquilo que um casal casado tem direito de viver na sua intimidade é colocado a público de maneira despudorada, ferindo os bons costumes e as ordens de Deus.
    Mas tudo isso é apresentado de uma maneira “inteligente”, com uma requintada técnica de imagens, som, música, e um forte aparato de belas mulheres e rapazes que prendem a atenção do telespectador e os transforma em verdadeiros viciados e idolatras. Em muitas famílias já não se faz nada na hora da novela, nem mesmo se dá atenção aos que chegam, aos filhos ou aos pais.

    Assim, os valores cristãos vão sendo derrubados um a um: a humildade, o desprendimento, a pureza, a continência, a mansidão, a bondade, o perdão, etc. vão sendo jogados por terra, mas de maneira homeopática; aos poucos, lentamente, para não chocar, os valores morais vão sendo suprimidos. Faz-se apologia do sexo a qualquer instante e sem compromisso (casual) familiar ou conjugal.
    O roteiro e enredo dos dramas das novelas são cuidadosamente escolhidos de modo a enfocar os assuntos mais ligados às pessoas e às famílias, mas infelizmente a solução dos problemas é apresentada de maneira nada cristã. O adultério é muitas vezes incentivado de maneira sofisticada e disfarçada, buscando-se quase sempre “justificar” um triângulo amoroso ou uma traição. O telespectador é quase sempre envolvido por uma trama onde um terceiro surge na vida de um homem ou de uma mulher casados que já estão em conflito com seus cônjuges. A cena é formada de modo a que o telespectador seja levado a até desejar que o adultério se consume por causa da “maldade” do cônjuge traído.

    E assim, a novela vai envolvendo e “fazendo a cabeça” até mesmo dos pseudo-cristãos. A conseqüência disso é que as elas passaram a ser a grande formadora dos péssimos valores e da mentalidade da maioria das pessoas, de modo que os comportamentos que antes eram considerados absurdos, agora já não o são, porque as novelas tornaram o pecado palatável. O erro vai se transformando em algo comum e perdendo a sua conotação de pecado.

    Por outro lado percebe-se que a novela tira o povo da realidade de sua vida difícil fazendo-o sonhar diante da telinha. Nela ele é levado a realizar o sonho que na vida real jamais terá condições de realizar: grandes viagens aéreas para lugares paradisíacos, casas super-luxuosas com todo requinte de comidas, bebidas, carros, jóias, vestidos, luxo de toda sorte; fazendas belíssimas onde mulheres e rapazes belíssimos se disputam entre si.

    E esses modelos de vida recheados de falsos valores são incutidos na cabeça das pessoas. A conseqüência trágica disso é que a imoralidade campeia na sociedade; a família é destruída pelos divórcios, traições e adultérios; muitos filhos abandonados pelos pais carregando uma carência pode desembocar na tristeza, depressão, bebida e até coisas piores. A banalização do sexo vai produzindo uma geração de mães e pais solteiros que mal assumem os filhos… é a destruição da família.

    Por tudo isso, o melhor que se pode fazer é fazer com que nossos filhos deixem de acompanharem essas novelas; mas os pais precisam ser inteligentes e saber substituí-las por outras atividades atraentes. Não basta suprimir a novela; é preciso colocar algo melhor em seu lugar. Esta é uma missão urgente dos pais educadores e lideres evangélicos. A igreja atual necessita de uma reforma urgente onde sejam preconizados os valores éticos e morais da palavra e do combate ao pecado!
    Porque através das novelas algumas mulheres se tornaram mais vulgares, fúteis, rebeldes, ignorantes e até as muitas evangélicas passaram a usar roupas que a moda das novelas dita todos os dias através da rede globo de satanização e da rede do bispo Macedo; a Record.
    Através dessas programações imundas algumas mulheres também tiveram a oportunidade de usar roupas contrarias à vontade de Deus exibindo seus corpos deixando de lado o pudor, a modestia, a decência e a honestidade.

    Combati o bom combate, encerrei a carreira e guardei a fé. 2 Timóteo 4:7

    Wagner Anchieta
    24/09/2010

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